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A I Reunião de Análise e Previsão Climática para o Setor Leste do Nordeste do Brasil foi realizada nos dias 20 e 21 de março, no Auditório da Agência Pernambucana de Água e Clima (Apac), Recife (PE). Naquela ocasião foram analisadas as condições regionais das chuvas e globais dos oceanos e atmosfera para avaliar as chuvas ocorridas nos primeiros vintes dias do mês de março de 2014. Também foram analisados os resultados de modelos numéricos de previsão climático sazonal para a elaboração do prognóstico climático para  o trimestre abril/maio/junho de 2014.

 

Participaram da reunião na Apac o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais/Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (INPE/CPTEC) e do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), da Fundação Cearense de Meteorologia (FUNCEME), do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (CEMADEN) e do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (IAG/USP). 

 

O evento teve transmissão via internet e foi acompanhada por meteorologistas de vários centros estaduais de meteorologia do Nordeste, do INPE/CPTEC em Cachoeira Paulista(SP) e do INMET em Brasília (DF), do Instituto Nacional do Semiárido (Insa/MCTI) em Campina Grande (PB), bem como usuários de diversas instituições públicas e privadas do Brasil.

 

Previsão das Chuvas para o Trimestre  Abril, Maio e Junho de 2014

 

A previsão climática de consenso da chuva para o trimestre que vai de abril a junho de 2014 esta representada na Figura 3. Na maior parte do Semiárido brasileiro (área azul claro) a maioria dos modelos indica uma maior probabilidade de que as chuvas fiquem de normal a um pouco acima do esperado para o período.

 

No setor leste do Semiárido (área azul escuro) que vai desde o Rio Grande do Norte até o Nordeste do estado da Bahia, há uma maior probabilidade das chuvas serem acima da média no trimestre. 

 

No  restante do Semiárido brasileiro (área cinza) as chuvas devem ficar dentro do esperado para o período. Destaca-se a alta variabilidade tanto temporal quanto espacial das chuvas – localidades próximas com quantidade de chuvas muito diferentes. Com relação à temperatura do ar, a tendência é de que fique em torno da normal climatológica em todo o Semiárido brasileiro.

 

Texto: Ascom do Insa