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Programação Especial incluirá assinatura de acordo com a FAO, lançamento do Sistema de Gestão da Informação e do Conhecimento do Semiárido brasileiro (SIGSAB) e comemoração ao Dia Nacional da Caatinga

 

No dia 14 de abril de 2014 o Instituto Nacional do Semiárido (Insa), Unidade de Pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), completou 10 anos de criação. Com a missão de “viabilizar soluções interinstitucionais para a realização de ações de pesquisa, formação, difusão e formulação de políticas para a convivência sustentável do Semiárido brasileiro a partir das potencialidades socioeconômicas e ambientais da região”.

 

Para celebrar esta data será realizada uma programação especial no dia 28 de abril, às 16h. Dentre os destaques haverá a instalação na sede do Insa, em Campina Grande (PB), do escritório regional da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) na região Nordeste, por meio da assinatura de acordo de cooperação.  Outra importante novidade é o lançamento da primeira fase do Sistema de Gestão da Informação e do Conhecimento do Semiárido brasileiro (SIGSAB). Também será comemorado o Dia Nacional da Caatinga.

 

Para celebrar esta data será realizada uma programação especial no dia 28 de abril, às 16h. Dentre os destaques haverá a instalação na sede do Insa, em Campina Grande (PB), do escritório regional da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) na região Nordeste, por meio da assinatura de acordo de cooperação.  Outra importante novidade é o lançamento da primeira fase do Sistema de Gestão da Informação e do Conhecimento do Semiárido brasileiro (SIGSAB). Também será comemorado o Dia Nacional da Caatinga.

 

Escritório da FAO na Região Nordeste 

 

O Governo Federal, por meio do Insa, apoiará a implantação da 2º Unidade de Coordenação de Projetos da FAO no Brasil, a outra se localiza no Paraná.  Na Região Nordeste do Brasil, o escritório da FAO funcionará na sede do Insa/MCTI, em Campina Grande (PB), e apoiará projetos para fortalecer a agricultura familiar, o combate à desertificação, ações de mitigação e recuperação da degradação da terra em espaços semiáridos, a mitigação dos efeitos da seca, a produção de alimentos e o combate à fome.

 

Terá como parâmetros a instrumentalização da ciência, da tecnologia e da inovação para promover o uso racional do solo, água, bosques e florestas, mediante o planejamento social, econômico, ambiental e o manejo sustentável e de uso múltiplo, com ênfase na inclusão sócio-produtiva das populações mais vulneráveis, levando em consideração a relevância do conhecimento popular e a experiência exitosa de implantação da Unidade de Coordenação de Projetos da FAO na Região Sul do Brasil.

 

Sistema de Gestão da Informação e do Conhecimento do Semiárido brasileiro (SIGSAB)

 

Considerando que a informação é fundamental para o desenvolvimento da região semiárida, desde 2011 o Insa, no cumprimento de seu papel institucional, concentrou esforços para estruturar e implantar o Sistema de Gestão da Informação e do Conhecimento do Semiárido Brasileiro (SIGSAB), com a finalidade de reunir e disponibilizar dados e informações econômicas, sociais, ambientais e da infraestrutura do Semiárido brasileiro. O sistema será utilizado para divulgar experiências, conhecimentos e estudos como forma de gerar novos conhecimentos nos campos da ciência, tecnologia e inovação. 

 

Existem várias instituições envolvidas com a produção de dados e informações de interesse para o Semiárido brasileiro. O propósito do SIGSAB é reuni-las para agilizar e facilitar o acesso aos dados científicos sobre a região.

 

O Sistema foi planejado para operar em plataforma web e o uso de suas ferramentas poderá subsidiar a realização de estudos e pesquisas que poderão contribuir inclusive na definição de políticas públicas e investimentos tanto públicos quanto privados, para o planejamento do uso sustentável dos recursos naturais.

 

Os dados disponibilizados trarão benefícios para os nove estados que foram o Semiárido brasileiro (Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe e Minas Gerais), beneficiando pesquisas que serão realizadas em proveito de aproximadamente 22.500.000 de brasileiros.

 

O Sistema de Gestão da Informação e do Conhecimento do Semiárido Brasileiro (SIGSAB) terá dois módulos de consulta: um básico e outro avançado. O módulo básico é direcionado, gestores de políticas públicas, organizações sociais e sociedade em geral; já o módulo avançado tem como público equipes técnicas de órgãos gestores, pesquisadores de Institutos de pesquisa em ciência, tecnologia e inovação, e professores de Universidades.

 

Os dados e informações disponibilizados no Sistema de Gestão da Informação e do Conhecimento do Semiárido Brasileiro (SIGSAB) são provenientes do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Agência Nacional de Águas (ANA), Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Ministério do Meio Ambiente (MMA), entre outras.

 

Sobre o dia nacional da Caatinga

 

O dia nacional da Caatinga foi Instituído através de um decreto presidencial de 2003.  E para a data comemorativa fixou-se o dia 28 de abril em homenagem ao primeiro ecólogo do Nordeste brasileiro e pioneiro em estudos da caatinga, o professor João Vasconcelos Sobrinho.

 

O patrimônio biológico da caatinga não é encontrado em nenhum outro lugar do mundo além do Nordeste do Brasil. A Caatinga é o único bioma exclusivamente brasileiro. Inclui áreas do Piauí, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia, Ceará e Minas Gerais.

 

  Texto: Catarina Buriti e Rodeildo Clemente (Ascom do Insa)