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Cerca de 14 mil raquetes de palma forrageira resistentes à praga da Cochonilha do Carmim foram entregues a famílias de pequenos produtores rurais na última terça-feira, 17/03, em Pilão Arcado (BA). Fruto da parceria entre  o Serviço de Assessoria a Organizações Populares Rurais (SASOP), a Secretaria de Agricultura do Município e o Instituto Nacional do Semiárido (Insa), Unidade de Pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). A distribuição visa estabelecer uma estratégia de reserva de alimento para o gado em períodos escassos, sobretudo em função de secas mais prolongadas.

 

Cada produtor recebeu em média 100 raquetes de duas variedades: a orelha de elefante, de origem mexicana, e a palma baiana – vindas do campo de multiplicação, localizado em Frei Martinho-PB. Como as comunidades de fundo de pasto e ribeirinhas não têm longa tradição no cultivo de palma, as espécies são plantadas inicialmente nos quintais produtivos e depois transferidas para áreas maiores.

 

Segundo Eduardo Rodrigues, agrônomo responsável pelo projeto Pró-Semiárido no SASOP, é importante fortalecer essa cultura tanto para a diversificação da alimentação dos rebanhos de caprinos e ovinos, como para o desenvolvimento de estratégias de convivência com a Caatinga. “Aproveitar esse bom inverno que se anuncia para plantar a palma pode garantir que daqui a um ou dois anos teremos uma boa multiplicação da palma nos agrossistemas das famílias”, explica Eduardo. 

 

A cochonilha do carmim é uma inseto exótico que dizimou palmares em Pernambuco e Paraíba. Na região de Pilão Arcado ela não é comum, mas é recomendada a inserção das variedades resistentes como prevenção, além de serem bastante produtivas. 

 

Ascom SASOP
Edição Ascom do Insa

 



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