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Visando o fortalecimento da estratégia de estocagem de forragens com vistas a segurança alimentar, nutricional e geração de renda através da produção de forragem viva e conservada, pesquisadores do Instituto Nacional do Semiárido (Insa/MCTIC), por meio do Centro de Ação Cultural (Centrac), realizaram ontem, dia 10, uma oficina para agricultores do município de Mogeiro (PB).

 

A atividade que faz parte do Projeto “Quintais agroecológicos espaço de construção e autonomia das mulheres, soberania alimentar e nutricional e geração de renda”, tem como objetivo implantar de forma participativa tecnologias sociais que fortalecem os quintais agroecológicos, bem como ampliar a produção da agricultura familiar em fase de transição agroecológica, através da difusão de práticas e manejos desse processo, para melhor convivência com a região semiárida e combate à desertificação.

 

Na ocasião, os pesquisadores Geovergue Medeiros e Carlos Trajano do Núcleo de Produção Animal, realizaram uma explanação acerca das técnicas de conservação de forragens, incluindo fenação e forragem, e análise bromatológica das forrageiras para verificação do seu teor de proteína. Posteriormente, os participantes puderam realizar a parte prática da oficina, com a preparação de ensilagem e ensaque de forrageiras como, palha de milho, gliricídia e capim.

 

 

O Projeto

 

O projeto “Quintais agroecológicos espaço de construção e autonomia das mulheres, soberania alimentar e nutricional e geração de renda”, está fundamentado na estratégia de convivência com o Semiárido. Essa estratégia parte de um princípio de que é possível viver em situações adversas a exemplo de desertos, florestas, ilhas e regiões cobertas por gelo, desde que possamos desenvolver uma cultura de convivência adequada ao ambiente em que se vive, adaptando-se e tornando a vida viável em todas as suas dimensões.

 

Neste sentido, as ações propostas compõem um conjunto de estratégias que buscam solucionar problemas como: Insuficiência de água para produção de alimentos de base agroecológica e falta de autonomia financeira das mulheres, jovens e suas famílias.

 

Para solucionar estes problemas foi proposta a tecnologia social de reuso de água que amplia o volume utilizado e ao mesmo tempo, evita o descarte inadequado das águas cinza no meio ambiente e a criação de Fundos Rotativos Solidários, e estocagem de alimentos para criação animal, a exemplo da conservação viva: cercas vivas, bancos de proteínas, campos de forragens e estratégias de estocagem.

 

 

 

 

Ascom do Insa



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